IMPLEMENTAÇÃO DAS PRÁTICAS INTEGRATIVAS E COMPLEMENTARES EM ENFERMAGEM

UMA ANÁLISE DA APLICAÇÃO DE FITOTERÁPICOS NO CONTEXTO DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE

Autores

  • Rubenson Baltaza Rodrigues de Freitas Centro Universitário da Fundação Assis Gurgacz
  • Lisiane Cândido Portela Centro Universitário da Fundação Assis Gurgacz
  • Renata Zanella

Palavras-chave:

Fitoterapia. , Enfermagem. , Terapias complementares.

Resumo

Este trabalho aborda a implementação da fitoterapia e das Práticas Integrativas e Complementares (PICs) na prática de enfermagem, destacando sua relevância para a promoção da saúde e a prevenção de doenças. Apesar das legislações que regulamentam e incentivam essas práticas no Sistema Único de Saúde (SUS), a literatura aponta que muitos enfermeiros ainda não as incorporam efetivamente em sua rotina. A formação e capacitação dos profissionais de enfermagem são cruciais, mas há uma escassez de cursos especializados e diretrizes claras, o que dificulta a adoção dessas abordagens. O Ministério da Saúde propõe ações para fortalecer a educação em fitoterapia, como a inclusão de disciplinas nos currículos de graduação e pós-graduação e a promoção de estágios práticos. Desafios como a falta de evidências científicas robustas e de investimentos governamentais também são mencionados, dificultando a implementação das PICs. Apesar disso, há um crescente reconhecimento da importância das práticas integrativas na saúde pública, com pesquisas acadêmicas explorando seus benefícios e eficácia. O trabalho conclui que, para promover um cuidado mais holístico e eficaz, é essencial que os enfermeiros sejam adequadamente preparados para integrar a fitoterapia e outras práticas complementares em sua atuação no SUS.

Downloads

Publicado

2026-07-21

Edição

Seção

Saúde e Biológicas